segunda-feira, 9 de abril de 2012

Música do dia




Ainda bem
Que agora encontrei você
Eu realmente não sei
O que eu fiz pra merecer
Você
Porque ninguém
Dava nada por mim
Quem dava, eu não tava a fim
Até desacreditei
De mim
O meu coração
Já estava acostumado
Com a solidão
Quem diria que a meu lado
Você iria ficar
Você veio pra ficar
Você que me faz feliz
Você que me faz cantar
Assim
O meu coração
Já estava aposentado
Sem nenhuma ilusão
Tinha sido maltratado
Tudo se transformou
Agora você chegou
Você que me faz feliz
Você que me faz cantar
Assim

terça-feira, 20 de março de 2012

Criminalidade em Fronteira-MG

Êh genten! Cidade pequena já foi sinônimo de tranquilidade. Ultimamente a cidade onde moro esta tendo tal requisito usurpado. Nós, moradores, estamos alarmados com tantas ocorrências em tão pouco tempo. Como eu ainda vou passar um bom tempo por aqui, só tenho a pedir uma certa atenção dos orgãos de segurança publica da cidade. Não acredito que seja tão difícil (ou sei lá qual desculpas é dada) cuidar do bem estar e da integridade física dos cidadãos desse não tão pacato município. 

Postei um dos vários noticiários que esta rodando pela net.

"Atos de vandalismo e roubos têm sido constantes em Fronteira. Pessoas de má índole estão agindo tendo a certeza de que a impunidade é palavra de ordem por aqui. Os comerciantes estão desesperados, porque mesmo se equipando com vários mecanismos de segurança, os meliantes ignoram e praticam seus roubos ou pelo menos tentam. Os prejuízos vão se avolumando e as respostas não vêm como deveria. Por esse motivo o medo e a revolta vão se mesclando no coração da população que espera impaciente por ações incisivas daqueles que tem o poder de agir.   
Recentemente durante um casamento no CREF – Clube Recreativo de Fronteira – um grupo de jovens arrancou e amassou as placas dianteira e traseira de aproximadamente 12 veículos. Esses jovens badernaram o centro da cidade quebrando vasos em frente as lojas e revirando lixos. Foram até uma oficina e quebraram todos os vidros de uma Caravam e nada, absolutamente nada foi feito.
Bicicletas são roubadas aos montes e na última semana do mês, uma moto de um mercado foi roubada a luz do dia. Em outra loja, os três cadeados foram quebrados de madrugada. Sorte que o proprietário mora ao lado e escutou o barulho. Se levantou com a esposa e abriu o portão no desespero. Correram um risco enorme de serem baleados ou até mesmo feito refém. Os bandidos encapuzados ao verem o empresário, saíram andando calmamente. Em seguida um Tempra passou e pegou os elementos. Nesta ocorrência a polícia demorou 40 minutos para chegar e a loja não é tão longe assim.
Roubos que aconteceram no ano passado a um lava jato e no Centro Técnico de Soldagem ainda continuam sem esclarecimentos e talvez nunca sejam esclarecidos. Por quê?
Semana passada foi a vez da Boutique Via Andrade ser a vítima. Ladrões em plena via central da cidade quebraram quatro cadeados, arrancaram a grade de proteção, viraram o miolo da porta e desligaram o alarme externo. Sendo muito experientes, eles devem ter demorado aproximadamente meia hora. Depois ainda tiveram o trabalho de carregar a mercadoria, mais de cem peças. A empresária não quis gravar entrevistas e nem que sua loja fosse fotografada. Apenas disse que está revoltada com a segurança na cidade e que a sensação é de abandono.
O certo é que os empresários fronteirense ainda não têm a cultura de colocar câmeras para filmar a parte externa das empresas. Essa ação facilitaria muito o trabalho investigativo da polícia. A ação ostensiva da polícia precisa melhorar no entendimento do empresariado, e os números de roubos mostram isso. Contra a realidade não há argumentos.
Na tarde de sábado(17) 3 homens armados invadiram a Boutique Amábilis Stylo Modas e ao agredir a proprietária com socos, furtou aproximadamente R$400,00. Um dos assaltantes aparentemente perturbado, ao ver sua imagem refletida no espelho, disparou 4 vezes sendo ferido pelos estilhaços. Eles ainda foram na casa da mãe da vítima que é ao lado e levaram jóias, fugindo em seguida. Em rastreamento a PM conseguiu recuperar todo material roubado, mas os bandidos despistaram a polícia e ainda fugiram numa viatura deixando-a em Nova Granada/SP." (fonte, fronteiraregional.com.br)

segunda-feira, 19 de março de 2012

O sucesso consiste em não fazer inimigos.



Max Gehringer - Administrador de empresas e escritor, autor de diversos livros sobre carreiras e gestão empresarial, nos prestigia com mais um artigo brilhante. 
Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras:


Regra número 1:

Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe. Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2009. 

Regra número 2:


A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.

Regra número 3:


Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo. Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa. Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender. 

Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é. A 'Lei da Perversidade Profissional' diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos. 
Muito cuidado ao tentar 
prejudicar um colega de trabalho; Amanhã ou depois você pode depender dele para alguma coisa!
 

Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm boa memória. 

"Na natureza não existem recompensas nem castigos. 
Existem conseqüências."


FICA A DICA !!!!!!!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Hoje eu vou de Martha Medeiros.

Então, depois de quase um mês sem ter muito animo para escrever hoje eu resolvi sai do casulo em grande estilo. Vou sair voando numa crônica da Martha, que nem preciso dizer que adoro né?

Não estava disposta, meu humor tinha se recolhido, minha mente vagando pela confusão de pensamentos, meu corpo sem energia. Por quê? Sinceramente, não sei ao certo. Talvez TPM, talvez uma leve deprê, ou quem sabe foi por sentir que o destino estava querendo me pregar uma peça? Não sei. Só sei que passou e espero que tão cedo não me perturbe. O que sei é que ao abrir um livro ( Doidas e Santas) da autora supracitada cai de cara no título - Os Quatro Fantasmas - foi ai que eu disse: BINGO! Eu estava sendo atormentada por fantasmas.

Na leitura, cita um escritor que diz que os 4 fantasmas que assombram nossas vidas e que determinam nossa sanidade mental são:

  • sabemos que vamos morrer;
  • somos livres para viver como desejamos;
  • nossa solidão é intrínseca;
  • a vida não tem sentido.
Gente, esse cara é um gênio!!!!!! É basicamente nisso que a maioria das pessoas se perdem em noites sem sono. Martha conclui que "Nossas maiores angústias e dificuldades advêm  da maneira como lidamos com nossa finitude, com nossa liberdade, com nossa solidão e com a gratuidade da vida. Sábio é aquele que, diante dessas quatro verdades, não se desespera." Outro trecho diz assim: " Tudo é incerto, a começar pela data da nossa morte. Incerto é nosso destino, pois, por mais que façamos escolhas, elas só se mostrarão acertadas ou desastrosas lá adiante, na hora do balanço final.Incertos são nossos amores, e por isso é tão importante sentir se bem mesmo estando só.Enfim, incerta é a vida e tudo que ela comporta. Somos aprendizes, somos novatos, mas beneficiários de uma dádiva: nascemos. Tivemos a chance de existir. De nos relacionar. De fazer tentativas. O sentido disso tudo? Fazer parte. Simplesmente, fazer parte."

Diante disso eu me ajustei, me sentir melhor ao definir que eu não vou desistir tão fácil assim das batalhas que a mim forem lançadas. Destino, aqui deixo um recado pra você. Pode vir quente que eu estou fervendo. Você não vai me meter medo. 


segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Uma parada pra refletir.

     Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e oramos raramente, esquecemos até que Deus existe.
     Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
    Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.
    Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos. Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
     Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do ‘fast-food’ e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
     Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas ‘mágicas’. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar ‘delete’.

(George Carlin)